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Chile lança novo Guia Alimentar inspirado em modelo brasileiro





O Chile lançou uma nova edição dos novos Guias Alimentares, considerando o perfil epidemiológico atual do país, seus fatores determinantes e os padrões alimentares do povo chileno.


A nova edição do guia é inspirada no modelo do Guia Alimentar para a População Brasileira e segue o exemplo de publicações realizadas em outros países como França, Canadá, Uruguai e Israel reforçando a necessidade de diretrizes oficiais para a promoção de uma alimentação adequada e saudável.

O guia chileno também traz algumas semelhanças em relação à versão brasileira , como as recomendações para privilegiar o consumo de alimentos frescos minimamente processados e preparados em casa e a necessidade de evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, como biscoitos, salgadinhos “de pacote”, refrescos e refrigerantes.




País vizinho é vanguarda na legislação pró alimentação adequada e saudável


A publicação do guia é mais um avanço na promoção de uma alimentação adequada e saudável no país andino. Desde 2016 funciona no Chile a Lei de Rotulagem e Publicidade de Alimentos, uma das primeiras medidas relacionadas à rotulagem, venda e publicidade de alimentos, com o objetivo de prevenir a obesidade e as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) a nível nacional.

A lei incluiu a adoção de modelo de rotulagem frontal de advertência na embalagem dos alimentos e a proibição de propagandas direcionadas a crianças e adolescentes. A legislação também restringiu a venda de alimentos e bebidas com açúcares adicionados, e/ou sódio ou gordura saturada que excedem os limites estabelecidos de nutrientes ou calorias nas escolas.


De acordo com o estudo “The effects of the Chilean food policy package on aggregate employment and real wages”, realizado a pós a adoção da lei apontam uma redução de 23,7% nas compras de bebidas açucaradas. Outro estudo, envolvendo uma grande rede de supermercados no Chile, descobriu que o modelo de rotulagem frontal de advertência reduziu a probabilidade de compra de cereais matinais em 11% e a probabilidade de compra de sucos industrializados em até 24%.


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